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09/10/2016 - 07:30  |  A Ilha que encanta

Parintins além do Festival

Parintins não se resume ao Festival Folclórico que ocorre, sempre, no final da última semana do mês de junho. A ilha de pouco mais de 100 mil habitantes ficou famosa por atrair em torno de 100 mil visitantes por conta do festival folclórico, uma disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, os heróis de uma festa que acontece no meio da floresta Amazônica e, a cada ano, cresce em popularidade, evolução, e rivalidade
Divulgação
A ILHA QUE CANTA E ENCANTA
 
Parintins não se resume apenas ao Festival Folclórico que ocorre, sempre, no último final de semana do mês de junho. A ilha de pouco mais de 100 mil habitantes ficou famosa por atrair em torno de 100 mil visitantes por conta do festival folclórico, uma disputa entre os bois Caprichoso e Garantido, os heróis de uma festa que acontece no meio da floresta Amazônica e que, a cada ano, cresce em popularidade, evolução, e rivalidade. A região que já foi habitada pelos índios Tupinambá –daí o nome de Ilha Tupinambarana - e também pelas tribos Sapupé, Peruviana, Mundurucu, Mawe e Parintins, realiza um dos mais belos e empolgantes espetáculos de cores, coreografia e magia. Tudo feito pelas mãos do povo parintinense, que herdou dos seus antepassados uma criatividade inigualável. Tanto é que vem exportando suas criações para outros eventos grandiosos como os carnavais do Rio de Janeiro e São Paulo, Olimpíadas, etc.
 
 
 
 
 
 A nossa Angra
 
A ilha do folclore banhada pelo maior rio do mundo em volume de água e extensão, o Amazonas, tem também outros atrativos impressionantes. Um rápido roteiro pelo rio Macurany, pode-se observar, só nessa região, paraísos inesquecíveis no entorno da Ilha-Mãe, com paisagens naturais que se misturam com a presença de construções, mansões e marinas que convivem em sintonia com a natureza, formando um cenário com ares de paz, tranqüilidade e conforto na selva. 
 
Quando o rio Macurany desemboca no Amazonas, é possível ver - a olho nu - mais um espetáculo fluvial: o encontro das águas de cores escuras com as de coloração amarelada, do majestoso rio Amazonas. Seguimos por um passeio pela frente da cidade, olhada do meio do rio. A sensação é indescritível. O bem estar emocional e espiritual é imensurável: “Não tem dinheiro que pague esse estado de espírito”, resume uma autoridade presente.
 
 
 
 
Isso é só um pedacinho do que a Ilha pode proporcionar na época do festival, que ocorre no período da cheia. A partir de agosto, Parintins desponta de outros atrativos com a saída das belas praias de areia fina e branquinha, como a das Onças, Guaribas, Pacoval, Marinho, além dos lagos Parananema, Macurany, Aninga, Zé Açu, Valéria e Uaicurapá. Nesse último, as praias são irrecusáveis. Vale à pena conferir esse pedacinho do Brasil de dimensão continental!
 
Mara Matos
Jornalista
 
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